Compartilhando meu dia e ao mesmo tempo contando do episódio ocorrido com minha irmã hoje, ao se aventurar no metrô:Minha mãe resolveu que tinha que ir perto da 25 de março pegar não sei o que, não sei onde, não sei pra que. Ok, fomos! Transito absurdo em São Paulo, como sempre, fez com que o Rica não tivesse tempo pra levar a gente até lá, então abandonou-nos na estação Carrão e de lá nos viramos até a 25. Detalhe: Paulinhaa (eu), minha mãe e a Bia (minha irmã -da foto) nesse super rolê.
Na ida, foi tudo tranquilo. Passamos onde minha mãe tanto queria, pegamos o negócio lá, e resolvemos voltar. Pra poupar o tempo do queridíssimo Rica, falamos para que ele nos esperasse no mesmo lugar que tinha nos deixado, que iríamos até lá de metrozão de novo. Normal, prático.
Calorzinho básico, quando somado com uma multidão loucamente alvoroçada e fedida pós-expediente morrendo de pressa pra voltar pra casa, resulta num "treco" de uma pessoa frágil.
Sim, a Bia foi essa pessoa frágil. Do nada, no metrô, a menina começou a ficar branca, mole e inconsciente. Eu e minha mãe ficamos desesperadas, descemos na estação mais próxima, saimos correndo com a menina pendurada lá na gente (tava semi-desmaiada) em busca de qualquer coisa salgada pra ela comer. Pressão não tava baixa, tava underground já. A boca dela estava, de tão branca, transparente naquele rosto de porcelana dela. Morri quando ela começou a ficar gelada, pensei: Ai, G-zuis, pronto... morreu! (abismada/preocupadíssima)
Colocamos a criança lá sentada, porque ela não conseguia mais ficar em pé, e demos a ela o melhor remédio: Coca-Cola (Sim, parece que queriamos matar a menina de vez. Mas a idéia da Coca não foi minha! Eu ofereci um salgadinho mais que maroto =D) E não é que ela sobreviveu? Depois de tomar muito veneno, ops, quero dizer: Colca-Cola, e comer isopor, quero dizer: salgadinho, ela ficou bem, dã e coradinha.
Fim.
Quis compartilhar meu dia com vocês, mesmo ocultando que eu ia sair agora a noite e acabou miando tudo. =/
Beijos, me siga! ;*
@minigwen

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